sexta-feira, 29 de março de 2019

Construção de sacos para transporte de livros - Trabalho realizado pelo CAA


Alunos, Docentes e Assistentes Operacionais do Centro de Apoio à Aprendizagem (bloco L) responderam ao apelo da Biblioteca e construíam belíssimos sacos para transporte dos livros.
Muito obrigada!!!!!




















Palestra sobre Biodiversidade - Dr Jorge Paiva

Com mais de 150 participantes, os alunos do 10ºA e B, 11º A e B e 12º A ouviram o premiado Dr Jorge Paiva (resumo do percurso profissional em anexo).
O alerta para a defesa do ambiente foi deixado.
Agora o papel é vosso, jovens!








Jorge Paiva licenciou-se em Ciências Biológicas pela Universidade de Coimbra, e doutorou-se pelo Departamento de Recursos Naturais e Medio Ambiente da Universidade de Vigo.
Foi investigador principal no Departamento de Botânica da Universidade de Coimbra, onde também lecionou e onde atualmente continua a fazer investigação, embora aposentado e foi também Professor Convidado nas seguintes instituições:
·         Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra,
·         Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro,
·         Departamento de Biologia da Universidade da Madeira,
·         Licenciatura de Arquitetura Paisagista da Universidade Vasco da Gama de Coimbra,
·         Departamento de Engenharia do Ambiente do Instituto Superior de Tecnologia de Viseu,
·         Departamento de Recursos Naturais e Medio Ambiente da Universidade de Vigo (Espanha).

Enquanto bolseiro do agora extinto Instituto Nacional de Investigação Científica, trabalhou durante três anos nos Reais Jardins Botânicos de Kew (na periferia de Londres), considerados dos mais antigos e prestigiados jardins botânicos do mundo. Trabalhou também na Secção de História Natural do Museu Britânico.

O seu percurso pauta-se por uma enorme curiosidade em descobrir o mundo através da botânica, tendo participado em inúmeras expedições um pouco por todo o mundo
A sua primeira missão Botânica, em Moçambique, durou 7 meses, durante os quais Jorge Paiva percorreu cerca de 30 000 km. No regresso, a missão contava com cerca de 24 000 exemplares de plantas no seu espólio.
Desde então, não parou de percorrer mundo. Orgulha-se de já ter estado em todos os continentes a recolher e a estudar plantas com a exceção da Antártida.
Recentemente, em 2013, Jorge Paiva regressou às expedições servindo de guia aos quatro documentários produzidos no âmbito do projeto “No Trilho dos Naturalistas”.



Conta com mais de 500 publicações nas áreas do ambiente, da palinologia (ramo da botânica que consiste no estudo do pólen e dos esporos) e da fitotaxonomia.
Recebeu já diversas distinções pelo seu trabalho académico e pelo seu empenho como defensor do Meio Ambiente.
O Jardim Botânico da Universidade de Coimbra prestou-lhe homenagem, inaugurando a Sala da Cultura Científica Jorge Paiva, tendo recebido ainda o Grande Prémio Ciência Viva. Recebeu a Medalha de Prata da
(Organization for the Phyto-Taxonomic Investigation of the Mediterranean Area) como o melhor trabalho sobre Flora Mediterrânica publicado em 2003. Foi dele também o 1º Prémio da Sociedade Portuguesa de Patologia Respiratória (1979) e o 1º Prémio Anual SPAIC/UCB-STALLERGENES (1994).

É membro ativo de diversas Associações e Comissões de defesa do meio ambiente, portuguesas e estrangeiras. O seu trabalho como divulgador e defensor do Meio Ambiente foi assinalado com as seguintes distinções:
·         1993: Prémio Nacional da Quercus (Associação Nacional de Conservação da Natureza),
·         2001, 2002: Menções Honrosas dos respetivos Prémios Nacionais do Ambiente “Fernando Pereira” atribuídas pela Confederação Nacional das Associações de Defesa do Ambiente,
·         2005: Prémio Carreira da Confederação Nacional das Associações de Defesa do Ambiente,
·         2005: Prémio “Amigos do Prosepe” pelo Prosepe (Projeto de Sensibilização da População Escolar).


Como reconhecimento do seu contributo de uma vida para a Botânica, diversos investigadores lhe têm também prestado homenagem, dedicando-lhe o nome de novas espécies de plantas. É o caso das seguintes espécies:
·         Hyacinthoides paivae: uma liliácea endémica da Península Ibérica, descoberta em 1996;
·         Argyreia paivae: uma planta trepadeira de Timor descoberta em 2011;
·         Dendroceros paivae: descoberta em 2012, trata-se de uma planta de São Tomé e Príncipe semelhante a musgo;
·         Monotes paivae – planta originária de Angola descoberta em 2013.

 Jorge Paiva é também autor de 140 nomes de espécies de plantas.

Fez parte da Comissão Editorial e Redatorial de várias revistas científicas e colaborou com projetos em Moçambique, Malawi, Zimbabwe, Zâmbia e Botswana, Quénia, Tanzânia e Uganda.



A sua paixão pela botânica transborda para outras áreas, que não estaremos provavelmente habituados a ver associadas à ciência. Há alguns anos decidiu reler Os Lusíadas e identificou as plantas que são referidas na epopeia. Avançou na leitura de toda a obra poética de Camões, e com base nas plantas que são referidas na obra poética e épica, consegue identificar os poemas para os quais ainda existem dúvidas sobre se terá sido ou não Camões o autor. Fez o mesmo trabalho de identificação de espécies de plantas com a leitura da Bíblia e do Corão. 


















Novidades

Novidades:


De que cor é um beijinho?
 Um livro ternamente ilustrado que percorre um mundo de emoções à procura da cor de um beijinho.
De que cor é um beijinho, afinal?
Ao longo das páginas, Mónica vai tentar descobrir e fazer divertidas associações nas quais todas as crianç
as se poderão rever. 











E o natal aconteceu
 Mesmo ao lado, no presépio, as figuras conversavam, felizes e ansiosas pelo Pai Natal aguardavam. Mas eis que se ouve então, como da terra saído, vibrando naquele silêncio, um bruto e forte mugido. Eu nem quero acreditar nisto que ouvi de vós. Era a vaca rabugenta com arrogância na voz.

















Do simples ao complexo, do possível ao impossível, estes desafios são espetaculares! És rápido a encontrar objetos escondidos ou diferenças nas imagens mais complicadas? Então, prepara as tuas habilidades, porque vais precisar delas para este livro. Página a página, terás de encontrar o intruso em desafios diferentes, uns mais fáceis, outros mais difíceis. Tão difíceis, que te sentirás tentado a ir ver a solução!
















Janeiro de 1562. A Europa é o epicentro de uma verdadeira luta entre a luz e as trevas. Em Moscovo, Matthew Longstaff tenta cumprir a missão que lhe foi confiada: roubar um livro da biblioteca privada de Ivan, o Terrível. Longstaff trabalha para os Otiosi, um grupo clandestino de livres-pensadores determinado a manter acesa a chama do livre-pensamento que começa a expandir-se por toda a Europa. Também a trabalhar para os Otiosi encontra-se o médico e aventureiro Gaetan Durant, encarregado de obter um palimpsesto raro.

 Numa Itália mergulhada na Contra-Reforma os inquisidores do papa mostram-se determinados a destruir qualquer foco de conhecimento livre. O seu líder, Gregorio Spina, chefe censor e espião do papa, captura o líder dos Otiosi em Florença e tortura-o em busca de informações. Os segredos da Biblioteca do Diabo podem estar ao alcance de Spina, e os primeiros passos dados pela humanidade em direção ao Iluminismo correm o risco de serem apagados da História.





Da crítica ao império dos telemóveis e das redes sociais ao elogio do silêncio, passando pela acérrima defesa da liberdade de expressão e pela metafísica do pecado, estes textos tanto falam de Cristiano Ronaldo como de Kierkegaard ou do Candy Crush.
Pelo caminho, desmonta-se o mito da auto-ajuda, discutem-se eternos problemas de linguagem que só a RAP apoquentam, questionam-se intolerâncias alimentares e o complexo de Édipo, e levantam-se questões prementes para os casais da sociedade actual, como a escolha entre ter filhos ou ser feliz para sempre.













Millie Bird tem 7 anos quando se apercebe de que tudo à sua volta tem um fim. Para não esquecer, começa um Livro de Coisas Mortas, no qual regista todas as coisas que lhe tocaram o coração e desapareceram. Não podia imaginar que a Coisa Morta nº 28 seria o seu pai. Pouco tempo depois, a mãe abandona-a na secção de roupa interior de uma loja e não volta mais.

Karl, o Datilógrafo tem 87 anos quando o filho lhe dá um beijo de adeus e o deixa num deprimente lar de idosos. Em tempos, Karl escrevia as mais românticas "cartas" de amor à mulher. Agora, mais só do que nunca, passa os dias a pensar numa forma de começar a viver de novo. Num rasgo de lucidez e euforia, consegue fugir.
Agatha Pantha tem 82 anos e não sai de casa desde a morte do marido.
A coberto das cortinas e da hera da sua janela, gosta de gritar com os vizinhos, e mantém uma rotina diária tão rigorosa quanto inútil. Até ao dia em que avista uma menina solitária do outro lado da rua.




As emoções explicadas às crianças através das cores.
A personagem principal é um monstro que muda de cor consoante o que está a sentir. Ele não percebe porque muda de cor e a sua amiga, a menina, explica-lhe o que significa estar triste, estar alegre, ter medo, estar calmo e sentir raiva.












quinta-feira, 21 de março de 2019

100 anos de Sophia de Mello Breyner Andresen.



 Retrato de Sophia desenhado por Carlos Miguel Fernandes


 


Página do centenário de Sophia:

https://centenariodesophia.com/


21 de março: dia da Árvore e Dia da Poesia


A 21 de março comemora-se o Dia da Árvore e o Dia da Poesia.
A Biblioteca uniu-as.

















O Dia Mundial da Poesia comemora a diversidade do diálogo, a livre criação de ideias através das palavras, da criatividade e da inovação. A data visa a importância da reflexão sobre o poder da linguagem e do desenvolvimento das habilidades criativas de cada pessoa. Isso porque a poesia contribui para a diversidade criativa, inferindo na nossa perceção e compreensão do mundo.

https://www.calendarr.com/portugal/dia-mundial-da-poesia/