quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Exposição 55 mil Km



55 mil KM 

 “[…] Percursos migratórios de dez nacionais de países terceiros para a promoção da interculturalidade e da integração/inclusão de cidadãos migrantes e refugiados nas comunidades locais […]”

 

Prémios Nobel 2021

 Sabe quem são os laureados deste ano?

Visita a mostra "Prémios Nobel 2021" na Biblioteca Jaime Magalhães Lima.



Utilizadores

 Um dia na BE Jaime Magalhães Lima



Dia de la Hispanidad

El 12 de octubre celebramos el Día de la Hispanidad o Día de la Fiesta Nacional de España, en conmemoración al descubrimiento de América por el navegante Cristóbal Colón en el año 1492. Este hecho representó el primer contacto entre dos mundos, representado en la unión de lenguas y culturas diversas.

Fonte: https://www.diainternacionalde.com/ficha/dia-hispanidad-fiesta


A Biblioteca associou-se à lembrança deste dia, recorrendo a metodologias ativas, considerando temas da atualidade e dando voz aos alunos



Dia Mundial da Saúde Mental

 Apoiando os Serviços de Psicologia e Orientação, a Biblioteca contribui para a  criação de comunidades de partilha



10 Outubro 2021

Mensagem da Dr.ª Matshidiso Moeti, Directora Regional da OMS para a África

O Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado a 10 de Outubro, oferece a oportunidade de chamar a atenção para um aspecto muitas vezes descurado e negligenciado do nosso bem-estar.

Depois de quase dois anos a viver num contexto de pandemia causada pela COVID-19, muitas pessoas sofrem de ansiedade ou depressão e sentem-se isoladas. O Dia Mundial da Saúde Mental dá-nos a oportunidade de reflectir sobre a forma como podemos melhorar a nossa própria saúde e ir ao encontro dos outros para lhes perguntar como se sentem.

O tema deste ano, “Fazemos da saúde mental uma realidade para todos”, visa chamar a atenção para o facto de haver demasiadas pessoas na Região Africana e além que não têm acesso a cuidados para problemas de saúde mental.

Em geral, os países investem muito pouco na saúde mental, o que torna incrivelmente difícil garantir o acesso aos cuidados. Foram feitos poucos progressos em termos das despesas publicas alocadas à saúde mental, que continuam inferiores a 1 dólar americano por pessoa na maioria dos países da Região. Isto significa, muitas vezes, que a maior parte dos custos associados aos cuidados de saúde mental são suportados pelos agregados familiares e pelas famílias, ou que as pessoas não conseguem ter acesso aos cuidados de que necessitam. A análise sugere que os países com baixos rendimentos têm de gastar um mínimo de dois dólares por pessoa na saúde mental – e os países com rendimentos médios devem, no mínimo, desembolsar o dobro – para que haja níveis aceitáveis de acesso e cobertura para as pessoas que vivem com esses problemas de saúde.

Outro desafio reside no facto de mais de 80% dos escassos recursos disponíveis serem destinados a grandes instituições psiquiátricas nas grandes cidades. Menos de 15% desses recursos são gastos em serviços de saúde mental prestados nas comunidades ou nas unidades de cuidados de saúde primários.

Trata-se de uma oportunidade perdida. A maioria dos recursos para a saúde mental deve ser canalizada para os cuidados de saúde primários e programas comunitários, de modo a promover a reintegração dos doentes de “longa duração” na sociedade e prestar apoio aos cuidadores, para que estes possam apoiar melhor as pessoas com problemas de saúde mental.

Infelizmente, a maioria das pessoas com problemas de saúde mental não tem acesso a cuidados de qualidade. Existem menos de dois profissionais de saúde mental por cada 100 000 habitantes na Região Africana, comparado com uma média mundial de 13. Olhando apenas para os psiquiatras, psicólogos e assistentes sociais, constatamos que há menos de um especialista por milhão de pessoas. Existe, portanto, uma grande escassez de especialistas para prestar cuidados especializados.

Nos últimos dados recolhidos pela OMS em 2019, apenas 10 países africanos partilharam informações sobre a cobertura do tratamento da psicose, uma perturbação mental grave. Esses dados indicaram que 9 em cada 10 pessoas com psicose não têm acesso aos cuidados adequados.

A OMS está a colaborar com os países para desenvolver estratégias destinadas a alargar o acesso a cuidados especializados e a dar formação aos profissionais de cuidados de saúde primários, por forma a tornar os cuidados de saúde mental mais acessíveis às comunidades.

Estamos também a prestar apoio em regiões afectadas por crises prolongadas, como no nordeste da Nigéria e no Sudão do Sul, onde estão a ser implementados conjuntos mínimos de serviços de saúde mental e apoio psicossocial, em parceria com a UNICEF. Em Tigray, na Etiópia, está a ser ministrada formação em saúde mental e apoio psicossocial aos profissionais de cuidados de saúde primários. Em parceria com a UNICEF e o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, está prevista a formação de professores para que possam prestar apoio psicossocial a crianças que vivem em zonas de conflito.

Serão necessárias medidas globais para garantir que as pessoas têm acesso a cuidados de saúde mental, independentemente da região onde vivem, do nível de rendimento, da idade, da etnia ou de outros factores, e para dar resposta às causas subjacentes às doenças mentais. Essas causas assumem diversas formas (trauma, solidão, pobreza e perda de emprego) e devem ser alvo de intervenções que visam melhorar as condições em que as pessoas vivem, trabalham, brincam e envelhecem.

É com isto em mente que, neste Dia Mundial da Saúde Mental, exorto os governos a investirem nos determinantes sociais da saúde mental e a trabalharem com os grupos da sociedade civil e o sector privado no sentido de reforçarem os serviços de saúde mental nas comunidades.

Apelo a todos para que falem sobre problemas de saúde mental e partilhem boas práticas, como socializar, ter uma boa noite de sono, fazer refeições saudáveis e definir objectivos diários. Juntos podemos progredir para um mundo onde uma boa saúde mental está ao alcance de todos.


quarta-feira, 6 de outubro de 2021

Dia Mundial da Música - 1 de outubro


Ouça a nossa aluna em:


Dia da Música na Biblioteca Escolar




O Dia Mundial da Música foi estabelecido em 1975 pelo International Music Council.

Pretende promover a arte musical e os ideais da UNESCO (United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization) de paz e amizade entre as pessoas; a evolução das culturas e a troca de experiências.






O Agrupamento recordou esta efeméride, constituindo-se como agente de desenvolvimento do gosto por diferentes manifestações criativas.











 

Visita guiada à Biblioteca

 Um novo ano letivo começa e para os novos alunos a equipa da Biblioteca, através de uma breve formação informal, procede à sua capacitação, divulgando os recursos e as formas de acesso. 

Bom ano!!






terça-feira, 22 de junho de 2021

Campanha de oferta de livros
















 A biblioteca agradece aos alunos 

Ana Mendes

3ºA

Carolina Silva

3ºA

Filipa Gonçalves

3ºA

Gonçalo Ferreira

3ºA

Lara Lacerda

3ºA

Leandro Moreira

3ºA

Soraia Ferreira

3ºA

Guilherme Alves

3ºB

Teresa Martins

3ºB

Tomás Maçana

3ºB

Gabriela Tavares

3ºC

Rafaela Teixeira

3ºC

Santiago Barbosa

3ºC

Afonso Silva

3ºD

Beatriz Borges

3ºD

Duarte Veloso

3ºD

Edward Barreto

3ºD

Francisco Matos

3ºD

Pedro Dias

3ºD

Rafaela Timidate

3ºD

Sofia Pereira

3ºD

Victor Aurélio

3ºD

Hugo Silva

4ºA

Mariana Santos

4ºA

Diana Adão

4ºC

Catarina Mendes

4ºD

Maria Morais

5ºA

Victória Costa

5ºB

David Leal

5ºD

Gustavo Vaz

5ºD

Carolina Fernandes

5ºF

Filipa Fernandes

5ºF

Gabriel Graújo

5ºF

Edi Vieira

5ºG

Matilde Carvalho

5ºG

Rayane Couturier

5ºG

Catalina Sepulveda

6ºF



Mudança das etiquetas para cotas

 






Biblioteca de turma

 





Exposição 55 mil Km

Visita guiada à exposição 55 mil KM    “[…] Percursos migratórios de dez nacionais de países terceiros para a promoção da interculturali...