terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Concurso Nacional de Leitura




A Biblioteca está a dinamizar o Concurso Nacional de Leitura, que tem como objetivo estimular hábitos de leitura e pôr à prova competências de expressão escrita e oral.

Já foram realizadas as provas a nível de escola, tendo participado 61 alunos de todos os ciclos de escolaridade.

Parabéns a todos os concorrentes!!

 



Os alunos do 1º ciclo leram e interpretaram a obra "O Gigante Egoísta", de Oscar Wilde.

   




Ciclo
Concorrentes à 1ª fase do CNL
Passam à 2ª fase do CNL
(1 por turma)
1º Ciclo
Alexandre Rodrigues
Catarina Cristo
Andreia Valente
Daniel Urbano
Angélica Guedes
Leonor Pesqueira
Beatriz Cruz
Martim Ribeiro
Beatriz Mendes

Carlos Silva
Carolina Carvalho
Carolina Marques
Catarina Cristo
Daniel Urbano
David Martins
Diana Teixeira
Diogo Filipe
Diogo Santos
Gabriel Sardo
Gonçalo Santos
Guilherme Simões
Iara Silva
Inês Moniz
João Andrade
Karina Aviarkova
Leonardo Cruz
Leonardo Emiliano
Leonor Pesqueira
Letícia Martins
Mafalda  Almeida
Martim Ribeiro
Mykola Kovalchuk
Pedro Sales
Rafaela Ventura
Roberto Cruz
Rodrigo Meireles
Simão Silva
Tiago Mónica
Tiago Vaz
Tomás Ferreira
Vicente Cardoso




Os alunos do 2º ciclo leram e interpretaram a obra "A casa das Bengalas", de António Mota








Ciclo
Concorrentes à 1ª fase do CNL
Passam à 2ª fase do CNL
(1 por turma)
2º Ciclo
Afonso Ferreira
 Inês Dias
Beatriz Campos
 Inês Loureiro
Érica Aleluia
Lara Pereira 
Inês Dias
Rita Ferreira
Inês Loureiro


Júlia Neves
Lara Pereira
Maria Castro
Rita Ferreira




Os alunos do 3º ciclo leram e interpretaram a obra "A pérola", de John Steinbeck










Ciclo
Concorrentes à 1ª fase do CNL
Passam à 2ª fase do CNL
(1 por turma)
3º Ciclo
Alicia Ivanych
 Beatriz Faria
Beatriz Faria
Carina Badia
Carina Badia
Rita Fernandes
Carlos Russo





João Silva
Maria Cura
Maria Domingues
Miguel Furet
Rita Fernandes



Os alunos do secundário leram e interpretaram a obra "O Ano da Morte de Ricardo Reis", de José Saramago



Ciclo
Concorrentes à 1ª fase do CNL
Passam à 2ª fase do CNL
(1 por turma)
Secundário
Ana Costa
 Ana Marçalo
Ana Marçalo
Raffaela Oliveira
Duarte Valente
 Sofia Pedreiras
Laura Koppensteiner

Raffaela Oliveira
Sofia Pedreiras

Para mais informação, aceda a
 http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/data/cnleitura_12ed_regulamento_e_calendario.pdf




terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Dia de S. Valentim


O Dia de S. Valentim foi lembrado pelos nossos alunos que redigiram mensagens sobre amor e amizade.


A versão mais disseminada da lenda de S. Valentim conta que, por alturas do séc. III, o Imperador Cláudio II, querendo formar um poderoso exército romano, decidiu proibir temporariamente a celebração de casamentos para garantir que os jovens se concentrassem mais facilmente na guerra e na vida militar.
Contudo, o bispo Valentim contrariou as ordens e continuou a celebrar casamentos, agora na clandestinidade. A afronta à vontade do Imperador levou a que Valentim acabasse preso e condenado à morte.

Até à sua execução, foi recebendo flores e bilhetes (o que explica a troca de postais, cartas e presentes, hoje em dia) enviados por anónimos como demonstração de apoio e consideração pela sua conduta.


A filha do carcereiro de Valentim, que era cega, movida pela curiosidade, terá pedido para o visitar no cárcere e, mal se aproximou dele, recuperou a visão. Ambos se apaixonaram um pelo outro. Numa carta escrita à sua amada, o bispo ter-se-à despedido com a expressão “do seu Valentim”, que ainda é usada na língua inglesa (“valentine“) para designar namorado.
Mas esta história não tem final feliz: ainda segundo a lenda, a ordem de execução dada por Cláudio foi cumprida e Valentim acabaria por ser decapitado num 14 de fevereiro de finais dos anos 200 (séc. III).
Texto acedido em:  http://ensina.rtp.pt/atualidade/dia-dos-namorados-uma-lenda-com-tradicao/




























Carnaval


                      

                            

O termo Entrudo serve para designar o período que antecede a Quaresma e provém da palavra latina introitu – início. Quanto a Carnaval, está relacionado com o abuso da carne (em todos os sentidos) na mesma época do ano.
A comemoração do Entrudo perde-se na poeira dos tempos. Antes ainda do nascimento de Cristo, estava relacionada com os cultos da fertilidade, no início da Primavera. Era o regresso da luz e da abundância que então se comemorava. Os egípcios dedicavam a festa a Isis e a Apis, os atenienses dedicavam as suas «festas de Bacanais» a Dionísio, os Romanos a Saturno, protector da agricultura e das sementeiras.
Em 340, o Papa Júlio I autorizou que, em Milão, os cristãos pudessem despedir-se em grande dos prazeres da carne antes da Quaresma. Daí os excessos que se começaram a cometer no Carnaval a partir daí em países de forte tradição católica. Foi a forma encontrada pela Igreja, segundo algumas versões, de se apropriar de todo o simbolismo popular.
«Segundo uma lenda popular recolhida no concelho de Torres Vedras, existia no tempo de Cristo um santo que gostava muito de carne, chamado de Santo Entrudo, fazendo grandes festas com muitos convidados, onde só se comia carne. Quem não estava contente com essa situação eram os pescadores, que não vendiam o seu peixe e foram queixar-se a Jesus Cristo, que então definiu os dias em que se podia comer carne, dançar e fazer festas, e marcou a época para os pescadores, a quaresma, durante a qual não se podia comer carne, nem dançar ou fazer festas.» (Jornal Área, 4 de Março de 1980, in Venerando de Matos, «Carnaval de Torres: Uma História com Tradição»)
A moda das máscaras e dos cortejos de rua iniciou-se durante o Renascimento, na Itália dos séculos XV e XVI. Incomparável, em relação a todos os outros, era o Carnaval de Veneza. Um Carnaval que é hoje sinónimo de charme e de classe, mas que na época significava libertinagem sem limites. No resto da Europa, a quadra também se comemorava, mas de forma mais pobre e mais espontânea.
Em Portugal, uma das épocas de maior projecção do Carnaval ocorreu durante o reinado de D. João V, no qual o ouro proveniente do Brasil lhe conferia características palacianas e marcadas por um enorme luxo.
Desde o século XVI, pelo menos, que existem referências a certas brincadeiras que se faziam nesta época, como lançar fardos ou «jugando as farelhadas». A espontaneidade, desorganização e até violência marcavam esses dias, de tal forma que, nos inícios do século XVII, D. Filipe III viu-se obrigado a proibir as «laranjadas e brigas de Entrudo».
Em 1608, a Igreja Católica, sem qualquer resultado, introduziu o «jubileu das quarenta horas», uma tentativa de acabar com os festejos carnavalescos, desviando a população para missas e riquíssimas procissões. Foi com o advento do liberalismo que o Carnaval ganhou um novo estatuto, surgindo com uma forte carga de crítica social, simbolizada no «xexé», máscara que caricaturava os miguelistas.

«Os divertimentos eram diabólicos, como passamos a narrar: entrava-se em casa da vizinhança com as mãos cheias de cal e empoava-se o cabelo de toda a gente, estragando os fatos sem piedade. Besuntavam-se as escadas de sabão e os trambulhões eram certos. Quem quisesse apanhar uma moeda de prata do chão arriscava-se a grande vexame, porque a moeda estava presa a um cordel que se puxava no momento preciso. Das janelas faziam-se novas brutalidades. Despejavam baldes de água sobre quem passava e atiravam sobre os transeuntes tudo o que encontravam no caixote do lixo: folhas de couve, cascas de batata, ossos, espinhas, etc.» (Lourenço Rodrigues, Boémia de Outros Tempos, in « Venerando de Matos, «Carnaval de Torres: Uma História com Tradição»)
relação do Carnaval com as tradições rurais e populares é bem evidente. Em alguns locais, iniciava-se a 20 de Janeiro, no dia de S. Sebastião (Alentejo); noutros, dois dias depois, no dia de S. Vicente (Ericeira, Alenquer ou Vila Franca de Xira); noutros ainda, quatro semanas antes dos dias do Entrudo (Serpa). Costumes como o sacrifício do galo, o de «deitar pulhas» ou o «cavalinho» eram simultaneamente rituais de origem pagã.
Em finais do século XIX, as principais brincadeiras de Carnaval consistiam em pintar frases brejeiras nas paredes sobre a vida privada das pessoas; atirar para dentro das casas bocados de terra, cinza, pedras ou cascas de laranjas – os coqueiros; espetar seringas em quem passava; lançar uma pedra aquecida ao lume para, dentro de casa, alguém queimar as mãos; pôr «rabos de papel» presos com alfinete, nos transeuntes.
O uso de máscaras, por sua vez, remonta pelo menos à primeira metade do século XVII. Um alvará de 20 de Agosto de 1649 proíbe o seu uso nas igrejas. Ainda antes, o seu uso fora objecto de perseguição por parte da «Santa» Inquisição. E ainda antes disso, D. João II terá aparecido mascarado para comemorar o casamento do seu filho.


Acedido em:  https://aventar.eu/2010/02/14/breve-historia-do-carnaval/


Dia Mundial de Luta Contra o Cancro


Celebra-se a 4 de fevereiro o Dia Mundial de Luta Contra o Cancro com o objetivo de desmistificar conceitos sobre o cancro e informar sobre a prevenção e factores de risco da doença.


A Equipa das Bibliotecas de Esgueira não ficou indiferente e, com a colaboração da Educação Especial, lembrou o dia.

Para mais informações: https://www.ligacontracancro.pt/noticias/detalhe/url/assinalar-o-dia-mundial-da-luta-contra-o-cancro-a-sensibilizar-e-a-educar/









segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Padroeira de Aveiro - Santa Joana

A Infanta D. Joana de Portugal nasceu em Lisboa, a 6 de fevereiro de 1452 e morreu em Aveiro, a 12 de maio de 1490.
Foi uma princesa portuguesa da Casa de Avis, filha do rei D. Afonso V e de sua primeira mulher, a rainha D. Isabel.
Ingressou no Convento de Jesus, de Aveiro (da Ordem Dominicana, feminino) em 1472, aqui viveu e morreu (de tuberculose), em 1490, sendo sepultada no Coro-baixo do Convento, em campa rasa.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Francisco Moita Flores

Fantástico comunicador, Francisco Moita Flores ofereceu-nos umas horas de histórias e de História, cativando-nos com a sua sabedoria, experiência e eloquência.
Obrigada Moita Flores, pela sua obra que tem deixado em tantas áreas!